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| Foto: Reprodução |
De acordo com a mãe, o pecuarista agrediu e tentou trancar o
filho em um quarto, sem energia elétrica, durante a madrugada. “Ele bateu na
cara do menino, derrubou ele no chão, montou em cima e continuou dando socos e
tapas em seu rosto e humilhando, dizendo que gay tem que apanhar mesmo, que é
lixo, vagabundo”, relatou a mãe.
Para evitar mais agressões, os irmãos e mãe levaram a vítima
para a casa da avó. O pai foi ao local, jogou novamente o filho no chão e
começou a agredi-lo com socos e pontapés. “Bateu a cabeça do menino no chão e
dizia que estava ‘endemoniado’ e que iria tirar o capeta dele na unha”, contou
a mãe à polícia.
O garoto foi levado para o hospital pelo próprio pai. No
caminho, ameaçou matar o filho caso não deixasse de ser homossexual. Segundo
testemunhas, o pecuarista amarrou uma corda na perna do adolescente e ameaçou
jogá-lo para fora do carro e arrastá-lo na rua.
O Conselho Tutelar foi acionado e encaminhou a vítima e a mãe até a 1ª Delegacia de Polícia, onde registraram boletim de ocorrência, foram ouvidos e encaminhados para exames de lesão corporal. Com medo, a mãe do adolescente, que alega ter também sido agredida verbalmente pelo pecuarista, pediu medidas protetivas, para que ele não se aproxime dela ou do garoto.
O Conselho Tutelar foi acionado e encaminhou a vítima e a mãe até a 1ª Delegacia de Polícia, onde registraram boletim de ocorrência, foram ouvidos e encaminhados para exames de lesão corporal. Com medo, a mãe do adolescente, que alega ter também sido agredida verbalmente pelo pecuarista, pediu medidas protetivas, para que ele não se aproxime dela ou do garoto.


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