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20 de out. de 2013

Justiça do Acre libera parte do dinheiro para Telexfree pagar dívidas

O valor, que não foi divulgado, será pago em parcelas para sanar dívidas da construção de um hotel no Rio de Janeiro

Fonte da imagem: Reprodução
A juíza Thaís Borges, da 2ª Vara da Comarca de Rio Branco, autorizou nesta sexta-feira (18) a liberação de parte do dinheiro bloqueado da empresa Telexfree. O valor, que não foi divulgado, será pago em parcelas para sanar dívidas da construção de um hotel no Rio de Janeiro.

A decisão não interfere não suspensão das atividades da Telexfree em todo o país. A empresa continua com as atividades proibidas e os investimentos feitos pelos divulgadores continuam congelados, segundo o portal Uol.

A juíza informou que o processo iniciado após investigação do Ministério Público do Acre (MP-AC) que acusa a Telexfree de operar um esquema de pirâmide financeira continua aberto.
Derrotas 

A Ympactus Comercial Ltda – Telexfree sofreu uma derrota esta semana. A Justiça de Mato Grosso condenou a empresa a pagar R$ 301 mil a um divulgador da empresa de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá, como ressarcimento aos recursos investidos na compra de produtos e serviços ofertados pela companhia.

As contas da Telexfree estão bloqueadas há três mesess após pedido do MP-AC. O congelamento é para conseguir ressarcir os colaboradores que investiram no negócio.

A empresa nega ser um esquema de pirâmide e diz que atua no mercado de telefonia VoIP por meio de marketing multinível.

19 de set. de 2013

Dólar se recupera e avança ante o iene

O dólar se recuperou ante algumas moedas nesta quinta-feira, 19, um dia após ter sofrido uma forte onda de vendas com a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de manter inalterado seu programa de estímulos à economia dos Estados Unidos.


O Fed surpreendeu ao manter suas compras mensais de bônus em US$ 85 bilhões, uma vez que muitos analistas previam uma redução inicial entre US$ 10 bilhões e US$ 15 bilhões. O presidente da instituição, Ben Bernanke, que deixa o cargo no fim de janeiro, explicou na véspera que os indicadores macroeconômicos dos EUA não melhoraram o suficiente a ponto de justificar o início do desmonte da política atual.

O dólar se recuperou nesta sessão, ajudado por dados positivos da economia dos EUA. As vendas de moradias usadas subiram 1,7% em agosto ante julho, para o nível mais alto em quase sete anos e superando de longe a previsão de economistas de uma queda de 2,6%. Além disso, o índice de atividade industrial do Fed da Filadélfia teve uma alta inesperada em setembro, enquanto os pedidos de auxílio-desemprego subiram menos do que o esperado na semana passada.

Já o índice de indicadores antecedentes dos EUA, divulgado pelo Conference Board e que sugere a direção da economia nos próximos meses, subiu 0,7% em agosto, para 96,6, exatamente como esperado por analistas. E o déficit em conta corrente do país caiu para US$ 98,89 bilhões no segundo trimestre, de um déficit revisado de US$ 104,9 bilhões nos três meses anteriores.

"Os investidores estão fazendo uma avaliação mais equilibrada não somente do sentimento em relação ao dólar, mas também em relação à economia dos EUA", disse Joe Manimbo, analista da Western Union Business Solutions. "As coisas não parecem tão ruins como há 24 horas, principalmente após os números bons da economia que vimos hoje."

Além disso, os investidores estão vendendo outras moedas de baixo retorno e consideradas porto seguro, como o iene japonês. Com o Fed prometendo mais liquidez no sistema financeiro global no curto prazo, os investidores estão colocando dinheiro em ativos de maior risco, como a rupia indiana, para aproveitar retornos maiores.

No fim da tarde em Nova York, o dólar subia 1,5% ante o iene, para 99,47 ienes, de 97,96 ienes no fim da tarde da quarta-feira. A libra recuava para US$ 1,6038, de US$ 1,6149. Em relação ao franco suíço, o dólar caía para 0,9104 franco suíço, de 0,9122 franco suíço. O euro subia para US$ 1,3530, de US$ 1,3522, e avançava para 134,53 ienes, de 132,43 ienes. O índice Wall Street Journal Dollar Index, que pesa a moeda norte-americana ante uma cesta de rivais, subia para 72,894 pontos, de 73,497 pontos na véspera.

Fonte: Dow Jones Newswires

25 de ago. de 2013

Primeira parcela do 13º começa a ser paga nesta segunda-feira

A primeira parcela do décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começará a ser paga nesta segunda-feira. 

Na Baixada Santista, a estimativa é de que 268 mil pessoas recebam o abono, que deve injetar mais de R$ 164,5 milhões na região.

Sobre a primeira parcela do décimo terceiro, que será equivalente a 50% dovalor do benefício, não incidem imposto de renda ou recolhimento para a Previdência - cobrados somente sobre a segunda parcela do benefício.

O dinheiro é depositado de acordo com o final do cartão de benefício, excluindo-se o dígito.

Quem ainda não sabe quanto vai receber pode fazer a consulta direto pelo site da Previdência (www.previdencia.gov.br) e nos caixas dos bancos.

5 de ago. de 2013

Renda média dos brasileiros em 10 anos sobe de R$ 591 para R$ 783

Entre 2001 e 2011 houve aumento de 3% ao ano, aponta estudo divulgado nesta segunda (5)

Renda média das famílias brasileiras brasileiros sobe para R$ 783
Foto: Reprodução
A renda per capita das famílias brasileiras aumentou 3% ao ano, em uma década (2001 a 2011), passando de R$ 591 para R$ 783. Para o segmento da classe média, o ritmo de crescimento superou os 4% ao ano, com valor (R$ 576) 50% acima do registrado dez anos antes (R$ 382). Os dados estão na quarta edição do estudo Vozes da Nova Classe Média, divulgado nesta segunda-feira (5), em São Paulo, pela SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) da Presidência da República.

Em 95 páginas, o estudo traz no prefácio um artigo do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, no qual ele destaca que, só no período de 2004 a 2011, foram gerados no País 2,095 milhões de empregos, indicando taxa média de crescimento de 5,8% ao ano. Os dados citados pelo ministro são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

O Vozes da Nova Classe Média salienta que o aumento da renda per capita se deve em parte às novas oportunidades de trabalho e também à “crescente generosidade das transferências públicas”. Em 2011, a renda per capita alcançava R$ 591 por mês, valor que subiu para R$ 783, em 2011.

De acordo com o estudo, o número de postos de trabalho cresceu 20% no período com ampliação de 16 milhões de vagas, passando de 76 milhões em 2001 para 92 milhões em 2011, o que consequentemente levou a uma queda na taxa de desemprego. Como a população em idade ativa também aumentou em velocidade semelhante à de ofertas de emprego, em 19%, a taxa de ocupação ficou estável em 60%.

A maioria das novas oportunidades no mercado de trabalho foram para assalariados, tanto em empresas públicas quanto no setor privado. Neste último, o número de assalariados aumentou 38%. Paralelamente, houve uma melhoria das condições de contratação com a expansão do emprego formal. Dos 16 milhões de empregos abertos na década analisada, 13 milhões foram com carteira assinada. A quantidade dos assalariados sem carteira diminuiu em quase um milhão.

Houve alta de 24% na remuneração média dos trabalhadores, o equivalente a aumento anual de 2%. Para a classe média, o valor subiu 31% ou quase 3% ao ano. Essa ascensão é atribuída à melhoria na capacitação e mudanças na qualidade dos postos de trabalho. Houve crescimento de 27% no nível de escolaridade, com o número de anos de estudo saltando de 6,7 para 8,5 anos.

Apesar dessas melhorias, o levantamento mostra que ainda é alta a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro. Em média 40% dos trabalhadores mudam de emprego a cada ano e essa troca ocorre, principalmente, entre os que têm baixa qualificação e recebem até dois salários mínimos.

O levantamento indica que 54% da força de trabalho são formadas por pessoas com renda de classe média, o que totaliza 47 milhões de pessoas. Mais da metade desse contingente ou 55% atuam no setor privado. Dos novos trabalhadores que ingressaram na classe média, 19 milhões (67%) também estão no setor privado.

31 de jul. de 2013

TIM lucra R$ 385,6 milhões no segundo trimestre e supera expectativas

Fonte: Canaltech 
TIM lucra R$ 385,6 milhões no segundo trimestre e supera expectativas
A TIM registrou um lucro líquido de R$ 385,6 milhões no segundo trimestre de 2013, uma alta anual de 12% que superou as expectativas dos analistas. A estimativa anterior era de lucro líquido de R$ 337,4 milhões.

O aumento das receitas e a diminuição das perdas decorrentes da variação cambial foram os principais fatores que ajudaram no aumento das receitas da empresa de telefonia. As perdas da TIM com a variação cambial caíram consideráveis 97,7% em relação ao segundo trimestre do ano passado, enquanto sua base total de assinantes subiu 4,8% no período – perante um crescimento total de mercado de apenas 3,8%.

"Apesar de um cenário macroeconômico mais difícil e o impacto previsto da nova redução das taxas de interconexão (VU-M), é possível ver que a operação tem demonstrado muito boa resiliência", disse o presidente Rodrigo Abreu no relatório de resultados apresentado na última terça-feira (30).

O lucro líquido orgânico da companhia entre os meses de abril e junho deste ano foi de R$ 405,8 milhões, uma alta de 17,9% na comparação ano a ano. A receita líquida total da empresa foi de R$ 4,9 bilhões, um aumento equivalente a 8,7%. Os custos operacionais também subiram para R$ 3,7 bilhões, 11,2% na comparação anual.

A receita bruta de interconexão (receita proveniente do uso da rede por outras operadoras) caiu 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 894 milhões. A TIM coloca a culpa na grande concorrência entre operadoras sobre as receitas provenientes dos serviços de mensagem de texto.


"Neste trimestre as receitas de interconexão foram negativamente impactadas por um efeito não recorrente relacionado a disputas contínuas com outras operadoras sobre receitas entrantes de SMS", disse a empresa por meio de comunicado.

26 de jul. de 2013

10 passos para você tomar coragem e empreender em 2013

Fonte: PEGN
10 passos para você tomar coragem e empreender em 2013
O ano de 2012 está acabando e muita gente certamente tem um bichinho do empreendedorismo crescendo dentro de si. Se entre suas resoluções para o ano que vai começar estiver a meta de abrir um negócio, fique atento às dicas do professor Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. “O processo de abrir um negócio varia muito entre as empresas, mas pode levar de seis meses a um ano, dependendo do tipo de negócio”, afirma. Se seu negócio exigir um protótipo, por exemplo, prepare-se para um prazo mais próximo dos 12 meses. Se for virtual, pode tardar menos. Já imaginou que você pode começar a segunda metade do ano com seu próprio negócio? Veja, a seguir, as dicas de Marcelo Nakagawa.

1. Misture-se a outros empreendedores. Há encontros de empreendedorismo em muitas cidades. Essas reuniões são essenciais tanto para quem já tem um negócio quanto para os que procuram inspiração para abrir uma empresa. É nelas que você poderá encontrar sócios, parceiros e clientes, além de ouvir histórias de sucesso e fracassos – essenciais para quem está no começo.

2. Aprenda a planejar o negócio. Para fazer isso, há duas formas principais, uma para negócios tradicionais (offline) e outra para os digitais. Se sua empresa oferece um produto ou serviço que já existe, comece traçando um plano de negócios. Com ele tudo ficará mais claro. Se o negócio for virtual, será preciso iniciar por uma forma simplificada do que você pretende oferecer. Assim será possível sentir o mercado e planejar, testando diretamente o protótipo (ou a fase beta do negócio). Dessa forma mais interativa também será possível receber mais retorno de clientes e usuários do produto ou serviço.

3. Busque o sócio ideal. Normalmente, toda empresa tem pessoas com duas competências: fazer e vender. Antes de abrir um negócio, tenha claro se você é do time dos que fazem ou dos que vendem. Idealmente, toda empresa tem pelo menos dois sócios, cada um com sua característica principal. Dividir as tarefas é importante para fazer o negócio engrenar. Se você acumular as duas funções, sua vida pessoal irá se tornar um caos, especialmente se você usar o dia para vender a ideia e a noite para realizá-la. Encontre pessoas com capacidades complementares às suas. O início do processo de empreender é estafante e requer muita dedicação.

4. Tente (pelo menos!) fazer uma previsão do fluxo de caixa do negócio. De quanto você vai precisar para abrir o negócio? Depois de quanto tempo o caixa deverá se tornar positivo? Isso é essencial para se planejar financeiramente, especialmente se você tiver muitas contas para pagar e for o principal suporte financeiro da família. Esteja preparado para enfrentar as dificuldades iniciais e não desistir facilmente de uma boa ideia por precisar voltar a ter um salário. Se seu perfil for o de uma pessoa que só consegue ter sossego com um bom saldo na conta bancária, aumente a poupança enquanto tiver um salário fixo, por exemplo, para se sentir mais seguro depois.

5. Seu preparo psicológico poderá ser até mais importante que o planejamento estratégico.
 Ele varia muito de pessoa para pessoa, mas fique atento a pontos essenciais, como a dependência do trabalho em grupo, a estabilidade financeira, o peso da vida pessoal etc. É essencial buscar pelo menos um ou dois mentores e fazer reuniões a cada dois ou três meses para conversar sobre como vai a vida empreendedora e também a pessoal. Na ânsia de fazer o negócio se tornar realidade, muitos empreendedores abrem mão de suas vidas pessoais. Os mentores podem ajudá-lo a permanecer com os pés no chão e balancear as necessidades do negócio e de sua vida fora dele.

No futuro, os mentores poderão integrar o conselho de orientação e/ou administração da empresa. Ao escolher esses conselheiros, considere três perfis diferentes. O primeiro pode ser alguém que entenda de gestão. Vale chamar um amigo que trabalhe numa grande empresa e que seja capaz de traduzir técnicas de gestão usadas no dia a dia para uma pequena empresa. Outro mentor pode ser um estudioso de negócios, que traga ideias novas. Vale um professor e até um estudante de administração de empresas. O terceiro mentor pode ser um cliente que é amigo e possa criticar seu negócio do ponto de vista do consumidor. Além de ajudar a empresa a se tornar mais sólida, os conselheiros são importantes para torná-la mais profissional. É para eles que você deverá apresentar seus resultados, por exemplo.

6. Divida seu tempo. Antes de começar o negócio, sente com sua família e tenha uma conversa franca. Prepare-se (e prepare-os) para o período até o ponto de equilíbrio da empresa (quando ela sai do vermelho e começa a pelo menos não dar prejuízo). Tenha claro que essa fase será de muito trabalho (sabe aquela história de 100% transpiração? É bem por aí!) e que você terá pouco tempo para se dedicar à família e aos amigos. Toda essa preparação faz parte do investimento emocional de empreender. Depois que o negócio andar com as próprias pernas, equilibre suas vidas pessoal e profissional. Empreendedor também precisa ter descanso, tirar férias... Use a sazonalidade do negócio, por exemplo, para tirar dias de folga, viajar com a família e relaxar.

7. Interaja com seu mercado consumidor. Isso é essencial sempre, mas especialmente nos primeiros seis meses, durante a elaboração do seu plano de negócios ou do protótipo de seu produto. Vá a feiras e eventos voltados ao seu público, converse com as pessoas, mostre seu projeto.

8. Contrate bons profissionais. Uma das principais dores de cabeça dos empreendedores está na contratação de uma empresa de contabilidade. Para evitar problemas, converse com outros empreendedores e conheça pelo menos cinco clientes do contador que pretende contratar antes de fechar o contrato. Seu contador precisa ser “invisível” na empresa. Se a presença dele for muito frequente, será um sinal de que algo vai mal.

9. Esteja ao lado da lei. Tirar alvarás de funcionamento, autorizações e outros documentos públicos requer tempo. Em geral, demora-se bastante para acertar todos os detalhes do negócio. Fique atento ao período também. Uma época eleitoral ou pós-eleitoral, por exemplo, pode atrasar ainda mais a obtenção de documentos, pois geralmente há mudanças nos cargos de confiança municipais e estaduais. O planejamento legal do seu negócio precisa ocorrer em paralelo com as outras diretrizes do negócio. Não deixe para depois.

10. Busque inspiração constante. Se você quer ser empreendedor, precisa gostar de negócios. Busque informações sobre grandes empresas e empreendedores que você admira. Vá a feiras e congressos nacionais e internacionais, leia sobre o assunto. A inspiração pode vir até da concorrência, mas não apenas dela. Procure referências em áreas diferentes da sua. Os donos do Starbucks, por exemplo, se espelharam no design da Apple, na inovação da Nike, na logística da Zara, na experiência de ambientes da Walt Disney Company. Aprendendo com os exemplos de outros, você certamente se sentirá mais motivado.

11 de jul. de 2013

100 ideias para montar o seu negócio

Crescimento no Brasil e crise lá fora. Não é uma conjunção tão rara — afinal, desde 2009 o país resiste à desaceleração observada nos Estados Unidos e na Europa. A diferença agora é que grandes investidores, locais e internacionais, estão determinados a explorar o mercado interno. Isso amplia o volume de recursos disponível e pode resultar em aportes para empresas brasileiras, em oportunidades para fornecer produtos e serviços para redes estrangeiras e também em maior concorrência. “Há muitas marcas sondando o Brasil, ao mesmo tempo que os fundos de investimento e de private equity. Quem se estruturar bem pode se tornar atraente para eles”, afirma o consultor Marcelo Cherto, integrante do Conselho Consultivo da Endeavor. 

O principal indicador de crescimento, o Produto Interno Bruto (PIB), seguirá na casa dos 3%, de acordo com as projeções de mercado reunidas no relatório Focus, do Banco Central. A renda das famílias tende a crescer acima disso — no ano passado, já aumentou 5,7%. Com mais dinheiro, o brasileiro quer melhorar de vida: cuidar de seu bem-estar, se alimentar bem, estudar e ter acesso aos últimos lançamentos tecnológicos. E, muitas vezes, adquirir isso sem sair de casa, como indica o faturamento do comércio eletrônico: um salto de 26% em 2011 em relação ao ano anterior, segundo a consultoria e-bit. As transformações não se limitam ao comportamento. O perfil demográfico do país está mudando. São mais adultos e idosos, e não só nos grandes centros. “Há muito potencial a explorar no interior, especialmente nas cidades enriquecidas pela agricultura e pela mineração”, diz Ricardo Camargo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

A proximidade da Copa do Mundo acrescenta possibilidades para o empreendedor. “É um bom momento para alavancar negócios, pois a preparação para o evento deve gerar 250 mil empregos formais até 2014 e responder por 0,5 ponto porcentual do crescimento do PIB”, afirma Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú-Unibanco. Os setores mais beneficiados por investimentos serão os de infraestrutura, estádios, telecomunicações, segurança e turismo, segundo dados do banco e de um estudo da consultoria Ernst & Young e da Fundação Getulio Vargas (FGV). 
Editora Globo
Nesse cenário em que empresas e capital chegam ao país, o setor mais promissor é o de serviços. “A demanda tem crescido muito e há pouca competição com empresas estrangeiras”, diz Juan Jensen, sócio da consultoria Tendências. Em São Paulo, o número de micro e pequenas que prestam serviços vai superar o de comerciantes em 2015, segundo estudo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP). “A quantidade de prestadoras cresceu 6% em 2011, acima da média de 4%”, diz o diretor-superintendente, Bruno Caetano. Ele destaca as áreas de alimentação, transportes terrestres e serviços de escritório. No país todo, duas áreas promissoras são pouco exploradas: educação e saúde. “Na primeira, falta mão de obra qualificada. A segunda cresce conforme a população envelhece e se preocupa com a qualidade de vida”, diz Carlos Alberto Miranda, presidente da gestora de fundos BR Opportunities.

O varejo tem a vantagem de se beneficiar imediatamente do aumento da renda. O faturamento deve crescer 5% em 2012, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). “É uma boa porta de entrada para o pequeno empresário, porque o investimento é menor”, observa Claudio Felisoni, presidente do conselho do Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA).

Aos futuros industriais, o sinal é amarelo. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento e na construção de uma fábrica são vultosos. E é difícil obter crédito nos bancos — só dois em cada dez empresários conseguem, segundo o Sebrae-SP. “Quando vi o que teria de gastar para montar uma planta, mudei de ideia: terceirizei a produção”, afirma Fernando Pires, 54 anos, fundador da Botica Animal, fabricante de suplementos alimentares e snacks para cães e gatos. A nova aposta deu certo. A empresa, criada há dois anos, deve faturar R$ 3 milhões em 2012 — prova de que há oportunidades mesmo em áreas consideradas menos acessíveis para quem está começando.

Nas próximas páginas, apresentamos 50 ideias de negócios em setores que combinam desempenho expressivo nos últimos anos e projeções favoráveis. Cada modelo traz uma ficha com parâmetros, como os custos com estrutura e a estimativa de faturamento, apurados com os empresários e consultores. São valores de referência, calculados para o primeiro ano de funcionamento de um negócio que siga os mesmos moldes. Para inspirar uma estratégia completa, apresentamos 50 tendências observadas em estudos e pesquisas de consultorias, entidades setoriais, investidores e instituições de apoio ao empreendedorismo. A ideia é observar os movimentos da economia e da sociedade para antecipar as demandas e embasar os muitos empreendimentos que, esperamos, surgirão neste novo ano.
Do S1 Notícias
Bruna Martins Fontes/ PEGN

8 de jul. de 2013

Trindade e Santa Cruz da Baixa Verde recebem Agências Móveis da Celpe



As Agências Móveis da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) estão presente nos municípios de Trindade e Santa Cruz da Baixa Verde, no Interior do Estado, a partir desta segunda-feira (08). A finalidade da concessionária é disponibilizar todos os serviços comerciais de uma agência tradicional aos moradores das duas cidades. O horário de atendimento será das 9h às 16h.
Entre os serviços disponíveis, estão a emissão da segunda via, pedido de ligação, negociação de débitos e mudança de titularidade. Os consumidores também poderão se inscrever na Tarifa Social, que concede desconto de até 65% na tarifa de energia. Para ter direito à bonificação, o cliente da concessionária precisa apresentar identidade, CPF, última fatura de energia e Número de Inscrição Social (NIS) ou do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Os moradores dos dois municípios que realizarem qualquer serviço na Agência Móvel até esta terça-feira (09), receberão, de forma gratuita, duas lâmpadas fluorescentes compactas. Quem se inscrever na tarifa Social receberá quatro unidades. A inscrição no Projeto Nova Geladeira também será realizado até a terça-feira.
Em Trindade, o veículo ficará estacionado na Rua Duque de Caxias, no Centro, próximo à Praça da Matriz, por tempo indeterminado. Em Santa Cruz da Baixa Verde, o atendimento será na Rua Carolino Campos, número 80, em frente ao Tropical Club, até a próxima quinta-feira (11).
Os clientes que não puderem comparecer aos locais da ação e necessitarem de atendimento podem procurar uma das 48 agências convencionais ou algum dos 166 Pontos Celpe Serviço – onde é possível solicitar atendimento, negociar débitos e pagar contas de energia. As agências tradicionais da Celpe funcionam de segunda à quinta-feira, das 8h às 16h30, e na sexta-feira, das 8h às 16h. Esses serviços também estão disponíveis na Agência Virtual da concessionária, no site www.celpe.com.br.

Município
Data
Endereço
Trindade
08/07 (por tempo indeterminado)
Rua Duque de Caxias – Centro
Próximo à Praça da Matriz
Santa Cruz da Baixa Verde
08/07 a 11/07
Rua Carolino Campos, 80
Em frente ao Tropical Club

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