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31 de ago. de 2017

Recém-nascido enterrado vivo sobrevive após cachorro cavar ao redor de sua cabeça


Embora estivesse enterrada por cerca de 24 horas, ela conseguiu ser retirada com vida – Reprodução/ Canal R1
Embora estivesse enterrada por cerca de 24 horas, ela conseguiu ser retirada com vida – Reprodução/ Canal R1
O bebê, que foi encontrado em um terreno baldio, era filho de Lucinda Ferreira Guimarães, de 40 anos, que foi indiciada por tentativa de homicídio. A criança só sobreviveu porque, segundo fontes locais, o cão teria cavado ao redor de sua cabeça, o que permitiu a passagem de ar ao passo em que o corpo se mantinha aquecido.

O caso foi descoberto pela polícia com a ajuda de uma denúncia anônima. Fontes informaram as autoridades que Lucinda havia sido vista retornando para casa com as roupas sujas de sangue, o que levantou supeitas, uma vez que era de conhecimento dos vizinhos que ela estava grávida.

Uma busca nas proximidades revelou uma cova rasa, aparentemente feita por um tatu, e dentro dela a criança coberta de terra e bichos. Embora estivesse enterrada por cerca de 24 horas, ela conseguiu ser retirada com vida e socorrida em um hospital próximo.

Lucinda, que já era mãe de quatro filhos, foi encontrada pela polícia em um bar a algumas quadras do local de enterro. A criança, por outro lado, que era um menino nascido de oito meses, foi medicada e tratada no hospital. O caso ocorreu em 2010 e ainda choca os moradores da região. 





Embora estivesse enterrada por cerca de 24 horas, ela conseguiu ser retirada com vida – Reprodução/ Canal R1

Embora estivesse enterrada por cerca de 24 horas, ela conseguiu ser retirada com vida – Reprodução/ Canal R1



30 de ago. de 2017

Será que quem tem orelhas maiores ouve melhor?

Você quer conferir a resposta rápida a essa interessante questão? – Reprodução
Você quer conferir a resposta rápida a essa interessante questão? – Reprodução
Alguma vez aconteceu de você se deparar com alguém dotado de orelhas maiores do que o normal e ficar se perguntando se, por ter esses órgãos mais avantajados do que a média, essa pessoa poderia ter maior capacidade auditiva do que os demais?

Você quer conferir a resposta rápida a essa interessante questão? Pois, apesar de existir uma vasta variedade de formatos e tamanhos de orelhas entre os seres humanos, a verdade é que essa variação não influencia no poder auditivo de ninguém.

Oi?

De acordo com Jennifer Sellers, do site How Stuff Works, a parte externa das nossas orelhas que, tecnicamente falando, se chama “pina” tem como funções principais proteger o canal auditivo e ajudar a conduzir os sons até ele. Entretanto, o tamanho da pina não interfere em absoluto em qualquer dessas atividades.

Você quer conferir a resposta rápida a essa interessante questão? – Reprodução

Nem mesmo o formato das orelhas parece ter um impacto muito significativo na capacidade auditiva das pessoas, uma vez que, embora existam incontáveis orelhas diferentes entre os humanos, as estruturas básicas são mais ou menos as mesmas para todo mundo com exceção, claro, daqueles que nascem ou adquirem alguma deformação.

Na realidade, são os mecanismos internos que têm papel crítico na nossa capacidade auditiva. Os nossos ouvidos contam, por exemplo, com milhares de células ciliadas que funcionam como receptores de som e, segundo Jennifer, são elas quem ajudam a transmitir os estímulos auditivos ao cérebro que, por sua vez, processa esses sinais e os decodifica de forma que possamos compreender o que ouvimos.

Você quer conferir a resposta rápida a essa interessante questão? – Reprodução

O tamanho das orelhas, contudo, não interfere no funcionamento das estruturas que compõem o ouvido interno. Tanto que, como você deve saber, as nossas orelhas aumentam de tamanho conforme envelhecemos ao longo de um período de 50 anos, elas crescem por volta de um centímetro. Entretanto, a nossa capacidade auditiva não aumenta com a idade, certo?

Pelo contrário! A perda auditiva resultante do envelhecimento é um processo acumulativo, e cerca de um terço dos adultos são diagnosticados com redução significativa na capacidade de ouvir quando chegam à idade de 75 anos. Mas, já que estamos falando em tamanho de orelhas, nem mesmo em outras espécies do Reino Animal esse fator está necessariamente ligado a uma melhor habilidade auditiva.


29 de ago. de 2017

Pai é chamado de “pedófilo” após postar foto nu com a filha em banheira


Logo a publicação gerou revoltas e diversas críticas por ele está sem roupa – Reprodução
Logo a publicação gerou revoltas e diversas críticas por ele está sem roupa – Reprodução
legenda dizia: “crianças e adultos podem ficar nus juntos. Se não pudéssemos nos ver pelados, teríamos nascido com roupas. Ficar nu com seu filho não é rude. É natural. Um pai com a filha no banho não é pedofilia, é divertido “.

A publicação gerou diversas críticas entre seus seguidores e algumas pessoas inclusive o chamaram de pedófilo. “Ponha uma cueca, meu amigo. O que a sua filha ganha vendo a sua genitália?”, escreveu um internauta.

Porém a ideia também registrou alguns adeptos. “Não há nada, absolutamente nada, de errado com o banho inocentemente juntos como pai e filha. Esta batalha é uma daquelas que vale a pena tomar. Obrigado! “, disse um de seus seguidores.



Logo a publicação gerou revoltas e diversas críticas por ele está sem roupa – Reprodução

28 de ago. de 2017

9 fatos curiosos sobre estar em coma

Confira alguns fatos interessantes – Reprodução
Confira alguns fatos interessantes – Reprodução
Quando um paciente entra em coma, pode permanecer em sono profundo por alguns dias, meses e até anos. Esse tipo de estado de consciência não é algo raro, e talvez por isso mesmo seja frequentemente assunto das mais diversas conversas e especulações. Para saber mais sobre o tema, confira a seguir alguns fatos interessantes:

Confira alguns fatos interessantes – Reprodução

1 – A palavra “coma” vem do grego “koma”, que significa “sonho profundo”;

2 – Períodos de inconsciência só são considerados estados de coma depois de 6 horas;

3 – Entre os motivos que fazem com que uma pessoa entre em coma estão ferimentos na cabeça, AVC e intoxicações. Às vezes, o coma é induzido pela equipe médica, para que o paciente não sinta dor intensa e se recupere bem;

4 – Para avaliar o nível de coma de um paciente, médicos analisam critérios específicos, com base em um padrão conhecido como “escala de coma Glasgow”;

5 – Duas pupilas igualmente dilatadas podem indicar que uma pessoa está entrando em coma a resposta das pupilas à luz tem muito a ver com o estado comatoso de um paciente;

6 – Ao contrário do que se pensa, durante o coma um paciente pode vir a se mexer;

7 – A principal causa de morte de pacientes em coma é geralmente uma infecção secundária. Depois de muito tempo em coma ou em morte cerebral, a infecção se espalha mais rapidamente pelo corpo e compromete o sistema imunológico da pessoa;

8 – Elaine Esposito foi a pessoa que passou mais tempo na História em coma: ao todo, foram 37 anos e 111 dias, e ela só acordou pouco antes de morrer;

9 – Terry Wallis acordou de um coma depois de 19 anos e, acredite você ou não, ele estava bem de saúde. 


Confira alguns fatos interessantes – Reprodução


26 de ago. de 2017

Mulher é abandonada pelo marido dias após ficar paraplégica

Riona Kelly foi casada durante 14 anos, e teve 4 filhos com o então marido, o qual a abandonou após um AVC que Riona soreu. Entenda a história;

Keith e Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Keith e Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency 
A britânica Riona Kelly, de 37 anos, foi abandonada pelo o então marido cinco dias após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) e perder os movimentos das pernas, em março de 2015.

"Depois de sofrer o AVC não tive que lidar apenas com a paralisia, mas também com o fato de perder o meu parceiro que estava comigo há 14 anos", contou Riona.

Mãe de Leighanra, de 16, Caleb, de 11, Izabela, de 9, e Logan, de 5 anos, Riona conseguiu dar seus primeiros passos apenas oito semanas após sair do hospital, contrariando todas as expectativas médicas.

"Na época eu quase desisti, mas sabia que teria que ser forte pelos meus filhos, e então, quando finalmente dei meus primeiros passos, me senti ótima", contou.

Keith, Riona Kelly e filhos - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Keith, Riona Kelly e filhos - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency 
"Depois que meu marido me deixou no hospital, minha amiga Sarah se tornou todo meu suporte. Foi ela e as crianças que me ajudaram durante toda a recuperação", explicou.

"Olhando para trás eu vejo que era miserável em meu casamento, mas nós construímos uma vida juntos e tínhamos responsabilidades, foi o momento em que mais precisei dele", desabafou ela.

Em contrapartida, o ex-marido, Richard, insiste que pediu o divórcio na manhã antes da mulher sofrer o AVC. "Visitei ela o máximo que podia e cuidei das crianças e da casa", defendeu-se o homem. 

Inicialmente, os médicos haviam dito que ela levaria entre seis meses e um ano para se recuperar. No entanto, dois anos após o ocorrido, ela não consegue dar mais que alguns passos, mesmo com muletas.
Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency 
Procurando um personal trainer para ajudá-la a voltar a andar, ela encontrou um novo parceiro: Keith. "Eu postei uma foto no Facebook em janeiro [de 2016] procurando por um personal trainer para ajudar e alguns amigos me indicaram Keith. Após nossas aulas, Keith e eu mantínhamos contato, e ele me perguntava como estavam indo as coisas e nossa relação começou a evoluir", relembrou. 

Keith e Riona estão juntos há 11 meses: "As crianças são doidas por ele e eu finalmente sinto que estou vivendo a vida que mereço", disse a mulher.
Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Riona Kelly - Fotos: Reprodução/ Caters News Agency
Fotos: Reprodução/ Caters News Agency



24 de ago. de 2017

Quanto tempo você sobreviveria em um caixão se fosse enterrado vivo?

É claro que não é uma questão tão simples existem vários fatores que pode influenciar na quantidade de ar que a pessoa terá – Reprodução
É claro que não é uma questão tão simples existem vários fatores que pode influenciar na quantidade de ar que a pessoa terá – Reprodução
Para começar, se você tiver tafofobia (medo de ser enterrado vivo), provavelmente você não vai durar muito tempo. Você vai ficar morrendo de medo, sua respiração vai ficar ofegante, e com isso seu oxigênio vai acabar muito rápido. Mas caso não sofra dessa fobia, você terá alguma chance de sobreviver. Talvez você goste da nossa matéria com os 7 casos de pessoas que foram enterradas vivas.

Para Christina Cala, do Popular Science, o tamanho da pessoa pode influenciar, pois quanto menor ela for, mais demorada vai ser a chegada da morte. Como o corpo vai ocupar menos espaço, mais ar terá dentro do caixão. Caso a pessoa seja um atleta, como nadador um maratonista, o tempo de vida deve aumentar em 1 ou 2 minutos devido a capacidade pulmonar que ela tem. Um atleta é capaz de prender a respiração por mais tempo que uma pessoa normal.

É claro que não é uma questão tão simples existem vários fatores que pode influenciar na quantidade de ar que a pessoa terá – Reprodução

Uma pessoa poderia sobreviver em média por 10 minutos, mas voltamos a dizer que isso depende de vários fatores. Os caixões tem cerca de 2 metros de comprimento, 71 centímetros de largura e 58 centímetros de altura, o que dá cerca de 885 litros de ar. Uma pessoa que ocupa 66 litros do caixão, o espaço cai para 820, cerca de um quinto da quantidade de ar. Sendo assim, se uma pessoa for enterrada viva, manter a calma e usar cerca de meio litro de oxigênio por minuto, ela vai viver cerca de cinco horas até o oxigênio acabar.

É claro que não é uma questão tão simples existem vários fatores que pode influenciar na quantidade de ar que a pessoa terá – Reprodução

Mas quem iria se manter calmo em uma situação dessas? Com certeza a pessoa iria ficar desesperada e o oxigênio acabaria em pouquíssimo tempo. A boa notícia (se é que podemos chamar de boa), é que você não iria ter uma morte cruel. Com a quantidade de dióxido de carbono, você ficaria sonolento até que o coração parasse de bater.
“Mas e se eu usasse as técnicas que Beatrix Kiddo aprendeu com Pai Mei, será que eu conseguiria me salvar?” Se você conseguisse quebrar o caixão, ainda teria muita terra para se livrar. A terra iria impedir que a pessoa expandisse o peito para respirar, além de entrar pela boca e narina, levando a asfixia. 
É claro que não é uma questão tão simples existem vários fatores que pode influenciar na quantidade de ar que a pessoa terá – Reprodução

 

23 de ago. de 2017

Veja 10 curiosidades que você provavelmente não sabia sobre a virgindade

O conteúdo dessa matéria se destina àqueles que se identificarem – Reprodução
O conteúdo dessa matéria se destina àqueles que se identificarem – Reprodução 
Se para muita gente falar sobre sexo é ainda é um tabu difícil de ser quebrado, imaginem só falar sobre virgindade. Um assunto delicado, carregado de significado histórico e cultural. Mas, afinal de contas, o que é virgindade? Do que se trata essa definição? Por que esse é um assunto que é tratado com tanto “medo” por algumas pessoas.

Independentemente de religião e crença, nessa matéria apontamos algumas curiosidades sobre a virgindade que, provavelmente, ninguém nunca te contou. É importante lembrarmos que não temos o intuito de criticar, julgar, nem impor verdades absolutas. O conteúdo dessa matéria se destina àqueles que se identificarem.

Veja 10 curiosidades

O conteúdo dessa matéria se destina àqueles que se identificarem – Reprodução

1. A origem da palavra

A primeira vez que a palavra “virgem” apareceu foi no século 9, uma época em que o termo era única e exclusivamente aplicado às mulheres.

2. Bela, recatada e do mar

A pérola foi, durante séculos, um símbolo que representava o recato e a pureza da mulher.

3. Adestradora de unicórnios

Segundo inúmeras tradições ao redor do mundo, apenas donzelas puras poderiam domar estas criaturas.

4. Pura como uma flor

Não podíamos deixar de citar as flores, em especial os lírios brancos: com suas pétalas alvas e os estames dourados, eles seriam uma espécie de lembrete visual do ato da penetração.

5. O fruto proibido

Os astecas acreditavam que o abacate era um alimento tão sexualmente poderoso que as mulheres virgens foram proibidas de comê-lo.

6. Idade certa

Na média global, as pessoas perdem a virgindade aos 17,3 anos de idade, mas esses índices variam em cada país: na Islândia, por exemplo, a média é aos 15,6, enquanto na Índia é de 19,8.

7. Nos grilhões do patriarcado

Por muito tempo, era praxe a família da noiva expor os lençóis manchados de sangue após a noite de núpcias para comprovar que ela se manteve casta até o casamento; caso não houvesse essa “prova do rompimento” de seu hímen, além de malvista perante a sua família e a sociedade, a mulher poderia sofrer sérias consequências.

8. Ainda acontece

Em algumas regiões da África, mulheres solteiras que já mantiveram relações sexuais mesmo tendo sido vítimas de estupro, além de excluídas das suas sociedades, podem ser inclusive mortas.

9. Like a virgin

A himenoplastia é uma operação que, grosso modo, permite à mulher “voltar a ser virgem”, visto que consiste na reconstrução do hímen; nos últimos anos, este foi um dos procedimentos mais procurados em clínicas estéticas nos Estados Unidos.

10. Torturante castidade

Os cintos de castidade surgiram na Idade Média em uma tentativa de impedir que as mulheres mantivessem relações sexuais ou tentassem se masturbar; registros indicam que eles eram usados ainda nas primeiras décadas do século passado.


21 de ago. de 2017

Veja 7 animais que foram extintos recentemente, apenas no Brasil

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução
Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais
Foto: Reprodução
“Animal extinto” é uma expressão utilizada para todo e qualquer animal que não existe mais na natureza e até em cativeiro. Quando se diz “animal extinto na natureza” significa que ainda há espécimes do animal, mas não no meio selvagem, sendo conservado apenas nos cativeiros.

Com o avanços das cidades sobre a natureza, a utilização dos recursos desenfreados e a agropecuária irresponsável, os espaços da fauna brasileira diminuíram consideravelmente nos últimos 50 anos, levando à extinção completa de muitos animais que só existiam no nosso país.

Segunda a bióloga do Instituto Chico Mendes (IcmBio), Drielle Martins, “O primeiro ciclo de avaliação do risco de extinção das espécies da fauna encerrou-se em 2014”, segundo matéria publicada pelo site Grenme. Sendo assim, é possível que mais espécies durante o período de 2014 até hoje, tenha aumentado.

Hoje, 11 espécies são consideradas extintas no Brasil. Cinco delas eram endêmicas, ou seja, só existiam por aqui.

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 deles:

1 – Gritador do Nordeste

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução

Os últimos dados realizados pela USP (Universidade de São Paulo) indicaram que não há registros dessa ave nos últimos anos e por isso ela foi incluída junto aos animais extintos.

O Gritador do Nordeste vivia na Mata Atlântica e a última vez que foi visto foi em 2007, em uma reserva alagoana. O principal motivo de sua extinção foi o avanço da agropecuária desenfreada.

2 – Rato-de-Fernando-de-Noronha

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução

Essa foi a primeira espécie de mamífero que entrou em extinção no Brasil. Ele desapareceu completamente a partir de 1.500 d.C quando os navios europeus trouxeram uma outra espécie de rato que acabou por dizimar o rato brasileiro. Seu nome foi dado em homenagem à Américo Vespúcio que fez uma descrição sobre o animal enquanto fazia uma expedição por Fernando de Noronha.

3 – Mutum-do-Nordeste

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução

Essa é a única espécie de animal que está extinta somente na natureza. Mas ainda pode ser encontrada em cativeiros. Ela era um animal exclusivo da Mata Atlântica, antigamente era avistado em Pernambuco e Alagoas. A sua extinção foi datada em 2001, mas o último registro visual da ave na natureza foi em 1987.

A principal causa de sua extinção além da devastação da Mata Atlântica, foi o plantio de cana-de-açúcar na região do Nordeste.

4 – Araraúna

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução

Muito conhecida também por Arara-azul-pequena, essa bela ave construía seus ninhos nos barrancos do rio Paraguai. Ela podia ser encontrada nas bacias do Paraguai, Paraná, Uruguai e região sul brasileira. Ela foi extinta no final do século XIX.

5 – Tubarão-Lagarto

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução

Os cientistas e biólogos marinhos atribuem a extinção desse navio devido à pesca desenfreada e a poluição acústica da região oceânica onde ele vivia, que significa o barulho de motores do tráfego intenso de navios de grande porte, como petroleiros e pesqueiros.

A última vez que essa espécie foi avistada no país foi em 1988. Ele vivia na região da costa da América do Sul, desde o sudeste até o norte do Chile.

6 – Caburé de Pernambuco

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução

Essa pequena coruja habitava as florestas da Mata Atlântica, principalmente nas regiões de Pernambuco e Alagoas. Acredita-se que a sua extinção está ligada ao desmatamento descontrolado da Mata Atlântica no Nordeste, bem como o avanço da agropecuária. A última vez que foi vista foi em 2004.

7 – Maçarico-esquimó

Você vai conferir uma lista triste sobre 7 animas que já não existe mais Foto: Reprodução

Visto pela última vez no Brasil em 1963. Encontra-se na lista de animais extintos desde 1994. Era uma pássaro de rota migratória que passava pelo Canadá, Caribe, Chile, Uruguai e finalmente o sul do Brasil.

Desoladora essa lista, concorda? Não esqueça de deixar o seu comentário e aproveite para compartilhar com seus amigos a fim de que mais pessoas possam compreender a devastação e o impacto humano sobre à natureza. 

18 de ago. de 2017

O que é pior: dormir pouco ou não dormir nada?

As causas da insônia são variadas, podendo ser movidas por motivos físicos
Foto: Reprodução

Há pessoas que não precisam de muito esforço para dormir, basta virarem para o lado para deitarem-se confortavelmente nos braços do sono profundo, que nem uma bomba seria capaz de despertá-los. Mas há pessoas que sofrem com insônia. Esse mal pode ser definido pela dificuldade em pegar no sono, mas também quando acordamos muitas vezes durante a noite.

Estima-se que 40% da população brasileira sofrem ou já sofreram com esse tipo de problema. As causas da insônia são variadas, podendo ser movidas por motivos físicos, psicológicos e até hereditários. Estresse, ingestão de álcool à noite, tabagismo, depressão, histórico de insônia na família, idade avançada e até a menopausa podem ser os princípios desencadeadores do distúrbio.

É comum que as pessoas compensem uma noite ruim de sono, com sonecas extras durante o dia. No imaginário popular, horas divididas de sono contabilizam a quantidade total que devemos descansar durante um dia. Mas será que o resultado é o mesmo nessa situação? Afinal, o que é pior: não dormir nada ou dormir pouco?


Para responder a essa questão, o Professor Sadeh, liderou um estudo produzido pela Universidade de Ciências Psicológicas de Tel Aviv, em Israel. A pesquisa foi publicada pelo jornal médico Sleep.

O professor e sua equipe conduziram o estudo com estudantes que se voluntariaram para o teste. Acostumados a dormirem 8 horas por dia, o experimento testou os alunos a enfrentarem uma noite de sono que seria interrompida no mínimo quatro vezes, por ligações telefônicas.

Antes de voltarem a dormir eles ainda deviam completar uma tarefa de 10 a 15 minutos. Para então tentarem pegar no sono outra vez. O sono deles foram monitorados de suas próprias casas através de um relógio de pulso que identificava quando eles estavam dormindo e quando estavam acordados.

No dia seguinte, os estudantes passaram por um novo teste para verificar a atenção e o estado de alerta depois da péssima noite de sono. Além disso, eles também preencheram um questionário sobre a variação de humor depois de serem interrompidos tantas vezes pela noite.


Como é de se esperar o experimento mostrou uma conexão direta entre a insônia e a falta de atenção e o mal humor. Isso porque eles foram submetidos ao teste por uma noite apenas.
“Nosso estudo mostra o impacto de apenas uma noite mal dormida,”, explica o professor, “mas sabemos que esses efeitos são acumulativos […]”.
Sadeh ainda esclarece que mesmo quando as interrupções do sono são pequenas, de dez a quinze minutos, isso acaba com o ritmo natural do sono. As pesquisas do professor demonstram que o sono interrompido é equivalente a não mais que quatro horas consecutivas de sono. E como os sintomas se acumulam ao longo do tempo, dormir pouco é tão ruim quanto não dormir nada.
“Nosso estudo é o primeiro a demonstrar serialmente a cognição deletéria e os seus efeitos emocionais”, esclarece o pesquisador. “A pesquisa do sono tem focado nos últimos 50 anos apenas na privação do sono, e praticamente ignorado o impacto das interrupções noturnas, que é um fenômeno dominante entre as pessoas.”

Mas o professor acredita que seu estudo pode chamar a atenção da comunidade científica e das pessoas para o problema.
“Eu espero que o nosso estudo traga mais a atenção dos cientistas e das clínicas, que devem reconhecer o preço que os indivíduos pagam por suportar frequentemente noites de sono interrompidas.”

17 de ago. de 2017

Você sabia que fones de ouvido podem conter até 10 mil fungos e bactérias?

 Em 87% dos objetos foi encontrada uma alta contaminação – Reprodução
Em 87% dos objetos foi encontrada uma alta contaminação – Reprodução

Fones de ouvido de uso diário podem estar contaminados com até 10.000 fungos e bactérias que podem causar micoses e graves infecções, como otites e sinusites. A conclusão é de uma pesquisa da faculdade de biomedicina Devry Metrocamp, em Campinas, feita com quarenta fones (trinta do modelo que se encaixa na orelha e dez headfones, que têm contato com a parte externa da orelha) de jovens e adultos que tinham o hábito de compartilhar os aparelhos e não higienizá-los. Em 87% dos objetos foi encontrada uma alta contaminação que incluía a bactéria Staphylococcus aureus, que pode levar a infecções de pele e também das vias aéreas superiores, como as otites.

Esses fungos são difíceis de tratar – Reprodução
Esses fungos são difíceis de tratar – Reprodução
Entre os fungos detectados pelo estudo, que analisou os aparelhos por três meses, os do grupo Candida ssp são os mais preocupantes, de acordo com os pesquisadores, que foram surpreendidos pela alta quantidade de microrganismos presentes nos objetos. Esses fungos são difíceis de tratar e podem afetar alguns órgãos do ouvido, provocando doenças em pessoas com imunidade baixa.

Contaminação

No geral, todos os headfones que participaram da pesquisa estavam contaminados com a bactéria Staphylococcus aureus (que pode levar também ao desenvolvimento de meningites) em baixas quantidades. Por essa razão, seu uso é um pouco mais seguro.

Ao serem encaixados nos ouvidos, o canal auricular fica abafado e em uma temperatura propícia – Reprodução
Ao serem encaixados nos ouvidos, o canal auricular fica abafado e em uma temperatura propícia – Reprodução
A cera encontrada no ouvido é uma proteção que tem o objetivo de impedir a entrada de fungos e bactérias. Contudo, o uso frequente dos fones de ouvido (e também de cotonetes) pode reduzi-la, deixando o ouvido sem defesas.

De acordo com a equipe de cientistas, coordenada pela bióloga Rosana Siqueira, os fones internos entram em contato com essa cera e, quando não são limpos corretamente, entram em contato com diversos microrganismos que “grudam” no objeto. Ao serem encaixados nos ouvidos, o canal auricular fica abafado e em uma temperatura propícia à proliferação de fungos e bactérias. Se o ouvido estiver com pouca cera e o organismo com a imunidade reduzida, os fungos e bactérias encontrados nos fones podem levar a doenças, como as otites.

Limpeza
 A higienização deve ser feita com um cotonete ou algodão – Reprodução
A higienização deve ser feita com um cotonete ou algodão – Reprodução
Para evitar as contaminações, os pesquisadores indicam a limpeza dos objetos com o álcool isopropílico, indicado para eletrônicos. A higienização deve ser feita com um cotonete ou algodão embebido com o produto e passado nas partes do aparelho que ficam em contato com a orelha e nos fios, todos os dias, antes e após o uso. Álcool comum ou água e sabão não são indicados, pois prejudicam os fones. No caso dos headfones, se a película de proteção do aparelho for rompida, o ideal é trocá-lo, para que não haja a contaminação.

Os médicos também não recomendam o compartilhamento dos fones, hábito que pode favorecer infecções, pois os fungos e bactérias podem passar de uma pessoa para outra. Se houver dor de ouvido, incômodo ou sensação de diminuição de audição, o melhor é procurar um otorrino para que sejam feitos exames e o diagnóstico. O tratamento pode incluir o uso de antifúngicos, antibactericidas, anti-inflamatórios e analgésicos.

Fontes: Veja/S1Noticias 

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